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DEPUTADO RAUL MARCELO VISITA POÁ

No dia 20 de dezembro, sábado, o deputado estadual Raul Marcelo (PSOL) visitou a cidade de Poá e se reuniu com militantes da cidade e de Itaquaquecetuba. O encontro teve o objetivo de debater assuntos internos do partido e de apresentar a Marcelo o projeto de biblioteca comunitária coordenado por alguns membros.

Na reunião, o deputado fez um balanço de seu mandato. Informou da dificuldade em ser oposição na Assembléia Legislativa, pois o governo tem em sua base mais de 60% dos deputados. Raul Marcelo lembrou ainda de sua atuação junto a CPI da Saúde, na qual denunciou a situação escandalosa no sistema. O deputado era sub-relator das Organizações Sociais da Saúde (OSs) e propôs em seu relatório a reversão do processo de entrega do gerenciamento hospitalar às OSs e uma investigação na saúde estadual. O fim da gestão hospitalar pelas OSs, no entanto, foi rejeitado pela base governista.

Raul Macelo relatou a posição contrária da bancada do PSOL à aprovação do orçamento 2009, pois “não é possível votar a favor de um orçamento que propõe o pagamento de R$ 8 bilhões para os bancos, valor aproximado ao destinado para a educação fundamental”, ressaltou.

O deputado tratou também da venda da Nossa Caixa ao Banco do Brasil. Raul Marcelo criticou o governador José Serra pelo negócio, pois a Nossa Caixa “poderia servir a um trabalho social, financiando cooperativas e habitações para os trabalhadores, mas agora será um banco que essencialmente financia a classe média do país”, analisou o parlamentar.

Raul Marcelo falou também de suas visitas à presídios. Relatou o quão grave é a situação social dos presos. Para Raul, “só há filho de trabalhador desempregado nestas instituições. E para piorar, o então secretário do presídios, Nagashi Furukaw,a acabou com as escolas que lá existiam”.

Mais especificamente sobre o partido, o deputado criticou as correntes/tendências do partido, ao dizer que o tamanho do PSOL ainda não permite esses agrupamentos. “O importante são os companheiros se reunirem para formar o partido, a estrutura que querem”, disse.

De acordo com sua visão, o PSOL teve balanço positivo com as eleições municipais de 2008, elegendo vereadores em capitais e principalmente com a vitória de Heloísa Helena, uma figura pública de expressão do partido.

Ao final da reunião, o deputado propôs que houvesse agendas regionais, para que os militantes pensassem o partido regionalmente e criassem ações de forma unificada.

Leandro J. Gomes
Secretário Geral
PSOL – Poá / SP

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LEI DE INICIATIVA POPULAR

Na tarde do dia 20 de dezembro, integrantes do PSOL em Poá iniciaram a coleta na cidade de assinaturas para projeto de lei de iniciativa popular. Se aprovada no Congresso Nacional, a lei irá proibir que pessoas com condenação judicial em 1ª instância possam se candidatar. Essa medida evitará que políticos eleitos se utilizem das prerrogativas do mandato para se beneficiar e não serem condenados.

Os organizadores viram como positivo o balanço do dia primeiro dia de coleta de assinaturas. Em apenas 3 horas, 200 pessoas assinaram o projeto de lei. Em todo o país, 540 mil assinaturas já foram contabilizadas até 18/12. Para que o projeto entre na pauta do Congresso, são necessárias 1,3 milhão de assinaturas.

Agora será feita uma análise da coleta e dos próximos locais onde serão recolhidas as assinaturas. Lembra-se, no entanto, que qualquer pessoa pode entrar no sítio do Movimento de Combate a Corrupção (MCCE) – www.lei9840.org.br e imprir os formulários, pegar assinaturas dos familiares e vizinhos e encaminhar para a sede da MCCE.

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PSOL NO COMBATE À CORRUPÇÃO

A partir deste sábado, 20, o PSOL em Poá participará da coleta de assinaturas para o projeto de lei popular que pretende criar novos casos de inelegibilidade. O objetivo do Projeto é impedir a candidatura de políticos condenados por crimes graves.

“O Projeto de Lei defende que haja uma condenação criminal por improbidade administrativa para que ocorra a inelegibilidade. No caso dos políticos que detém foro privilegiado, a proposta é que a inelegibilidade decorra tão-somente do recebimento da denúncia, já que, segundo a Constituição, muitos desses processos podem até ser suspensos por decisão do Parlamento. Além disso, as denúncias criminais, nesses casos, terão que ser recebidas por um tribunal formado por diversas pessoas, o que dá maior garantia de que o processo será iniciado com base em alegações fundamentadas e embasadas em provas.”

O abaixo-assinado já acontece em todo o país. É necessário, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, distribuído por, pelo menos, cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles para o PL ser votado no Congresso Nacional. Portanto, participe e assine.

A coleta se iniciará no sábado à tarde, nas praças do centro da cidade. Além da assinatura, é necessário que o cidadão informe também o número do titulo de eleitor.

Mais detalhes do projeto de lei em http://www.lei9840.org.br/

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DECISÕES DO DIRETÓRIO MUNICIPAL

No dia 14 de dezembro, o PSOL realizou reunião ordinária do diretório municipal para, entre outros debates, avaliar as eleições deste ano e decidir como será a posição do partido em relação ao governo do prefeito eleito Francisco Pereira de Souza (PDT), o Testinha.

Após análise dos integrantes, o diretório decidiu que estará na oposição à administração de Testinha. Abaixo, alguns dos motivos:

– o fato de o PDT não estar no arco de alianças permitido pela convenção nacional eleitoral do PSOL;
– hoje o PDT age através de uma política dúbia – na esfera estadual está ao lado do PSDB e na nacional do PT, ambos adversários históricos;
– o PDT, através da articulação de Testinha, formou uma coligação conturbada em Poá – às vesperas das eleições, aliou-se ao PP, alterando o quadro de candidatos que já havia na coligação formada.
– Testinha, desde já, monta uma equipe de governo com pessoas que trabalharam ao lado de Roberto Marques e Eduardão, num claro ato de contra-senso, já que dizia ser alternativa aos dois.
– Antes de começar o governo, Testinha já descumpre promessas de campanha. Alguns de seus secretários não são técnicos, como havia prometido que seriam.
– A campanha do prefeito eleito não apresentou plano de governo concreto que mostrasse quais seriam suas atititudes em áreas importantes, como a educação e saúde.

Diante desse cenário, o PSOL não vê outra alternativa a não ser opor-se ao novo governo, que promete ser mais do mesmo ou até pior, pois ataca a a esperança de mudança dos eleitores da cidade. Com essa decisão, o diretório promoverá a desfiliação de membros que contrariarem a decisão do partido e participarem do novo governo por meio de indicações em cargos comissionados.

Em breve, resolução completa do diretório

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PÓS – ELEIÇÕES 2008

Primeiramente, o PSOL quer agradecer a todos aqueles que acreditaram neste novo partido, que apostaram numa real mudança, ideológica e programática e deram seu voto de confiança para as candidaturas a prefeito e vereadores.

O PSOL em Poá cumpriu seus objetivos: lançou-se na disputa com candidatos que levaram a bandeira socialista e a alternativa de esquerda. Com todas as dificulidades impostas pela disputa desleal, cujos concorrentes gastaram fortunas e usaram a máquina pública para ampliar suas chances no processo eleitoral, conseguimos expor nossas idéias e denunciarmos o descaso com que os políticos tratam o povo trabalhador da cidade. Começamos, ainda, a construir a mudança, pois há sim política além do velho coronelismo e clientelismo que sempre governou a cidade.

Tivemos menor tempo de rádio, menor exposição na mídia impressa e menor investimento nas candidaturas, mas temos a certeza de ter construído uma campanha honesta e com pensamento exclusivo de criar alternativas para desenvolver nosso município. Tanto é verdade que fomos o primeiro partido na cidade a entregar o plano de governo. Nossas candidaturas pensaram detalhadamente nos ítens mais importantes da vida social: educação, saúde, segurança, transporte, meio ambiente e moradia.

Temos a certeza de que após a nossa primeira disputa municipal temos um longo caminho para realmente implatarmos a mudança política que tanto desejamos. Mas já demos um primeiro passo e vamos construir junto à classe trabalhadora um partido forte, que os represente, e cumpra seu dever no espaço público.

A todos que confiaram em nós, muito obrigado, e aqueles que quiserem conhecer mais do PSOL entre em contato conosco. Ajude-nos a construir a real alternativa para a cidade

Leandro Gomes
Secretário Geral
PSOL / Poá