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PREOCUPAÇÕES RONDAM O RODOANEL

As obras da parte leste do Rodoansl, que passaraão por Poá, ainda não começaram mas preocupações com o que será afetados deve estar na pauta do opinião pública desde já.

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SAÚDE EM POÁ NÃO É TRATADA COM SERIEDADE

O prefeito de Poá, Francisco Pereira de Souza, e o “super-secretário” da saúde e de governo Ali Sami El Kadri não demonstram tratar a questão com a seriedade exigida. Num tema tal crucial para os cidadãos, um fala uma coisa e o outro age de outra forma.

De acordo com as publicações na impresa, Ali havia determinado o fim da maternidade municipal com a consequente venda e permuta de equipamentos.

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A SAÚDE EM POÁ NÃO

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ATRATIVOS TURÍSTICOS SÃO INVADIDOS POR FAIXAS PUBLICITÁRIAS

No momento em que várias cidades sancionam leis que promovem a diminuição da poluição visual, Poá segue na contramão. Os moradores enfrentam cada dia mais as invasões de placas publicitárias, “outdoors” , “banners” e faixas. A prefeitura municipal, responsável local pela fiscalização, no entanto, é também grande agente desse problema.

Os prefeitos de São Paulo, Gilberto Kassab, e o de Ferraz de Vasconcelos, Jorge Abissamra propiciaram melhor qualidade de vida aos cidadãos ao lançarem o projeto “Cidade Limpa”, o qual evita o excesso de propaganda. Em Poá, o executivo, administrado por Testinha (PDT), por sua vez, autoriza e coloca faixas em diversos pontos da cidade, inclusive em locais de visitação turística.

Em atrativos como o Paço Municipal ou a Praça de Eventos é possível encontrá-las, seja em seus portões ou grades. Também estão no túnel do centro da cidade, em outras praças e em ruas de diversos bairros. Além das da prefeitura, que as utilizam para divulgar eventos ou inscrições, há também aquelas com publicações da iniciativa privada. Ou seja, neste caso, o espaço público é usurpado para fins privados sem a devida fiscalização da prefeitura.

Mais recentemente certa escola privada do município colocou faixas que divulgaram resultados de alunos na prova do ENEM. A Praça de Eventos foi um dos locais utilizados. Fora isso, constantemente são divulgados eventos religiosos, de bailes e shows nestes locais. Será que a prefeitura cobra para que eles utilizem este espaço público? Não deveria nem autorizar, mas já que autoriza, deveria cobrar.

Os ilustres vereadores são outros que dão péssimo exemplo. A qualquer data festiva, emporcalham a cidade com faixas, as quais objetivam parabenizar alguém ou felicitar por um novo ano, pelo dia dos pais ou das mães. Acredita-se que estes ficariam mais felizes se aqueles cumprissem simplesmente com sua obrigação, de legislar e fiscalizar.

No último fim de semana, uma grande rede varejista inflou um enorme balão que ocupou espaço das calçadas da Avenida 9 de Julho. Invadiu o espaço do pedestre, durante o dia inteiro. Mais uma vez, o espaço público usurpado pelo privado.

Em uma cidade que é Estância Hidromineral e poderia ter grande desenvolvimento através do turismo, a paisagem urbana deveria ser preservada, assim com os prédios históricos. O que se vê, contudo, é uma ocupação indevida de publicidade, inclusive de órgãos oficiais, como a prefeitura, o que resulta negativamente para apreciação dos atrativos. Poá é carente de símbolos históricos, oponentes ou paisagísticos. A prefeitura deve então rever seus conceitos e impedir que a poluição visual destrua a imagem dos que ainda existem.

Leandro de Jesus Gomes
Secretário Geral
PSOL Poá